Criar um cronograma parece simples, porém vários erros básicos detonam o planejamento. E, como consequência, a obra atrasa, o custo sobe e o controle desaparece.
Falta de detalhamento
Muita gente monta um cronograma amplo demais. Além disso, as atividades ficam vagas e sem sequência lógica. Assim, surgem buracos, dúvidas e tarefas que desaparecem no meio do processo.
Prazos irreais
Alguns prazos são definidos no “achismo”. Outros são otimistas demais. Portanto, os atrasos começam cedo, e o cronograma perde força. Depois disso, ninguém leva mais a ferramenta a sério.
Ignorar dependências
Cada etapa depende de outra. Entretanto, quando essas relações não são mapeadas, o cronograma vira ficção. Assim, a obra tenta executar tarefas sem base pronta, gerando retrabalho.
Não prever imprevistos
Chuva, falta de material, atrasos de fornecedores e falhas de logística acontecem sempre. Contudo, muitos cronogramas não incluem margens. Por isso, qualquer problema vira confusão imediata.
Cronograma sem atualização
Alguns cronogramas são criados e esquecidos. No entanto, a obra muda o tempo todo. Assim, sem revisão contínua, o cronograma deixa de refletir a realidade e perde utilidade.
Falta de alinhamento com orçamento
Cronograma e orçamento precisam caminhar juntos. Caso contrário, os custos aumentam e o controle financeiro perde sentido. Além disso, o planejamento físico-financeiro fica distorcido.
Conclusão
Um cronograma mal feito afeta a obra inteira. Portanto, evitar esses erros é essencial. Quando o planejamento é detalhado, realista e atualizado, a obra flui melhor, os custos se estabilizam e o controle volta para o gestor. Sem isso, a execução perde ritmo e previsão.